quinta-feira, 25 de agosto de 2011

O MAIOR DE SEMPRE DO FCP!!!

André

António dos Santos Ferreira André nasceu no dia 24 de Dezembro de 1957 em Vila do Conde.
Fez toda a sua formação no Rio Ave e aos 17 anos já com idade de júnior ingressou no Varzim e estreou-se como sénior na equipa principal na temporada de 1979/80. Ao serviço do clube da Póvoa começou a despertar o interesse de clubes maiores com as suas boas exibições, e em 1984/85 foi contratado pelo Futebol Clube do Porto.
Logo na primeira temporada com a camisola dos Dragões, André sagrou-se Campeão Nacional, título que viria a repetir na temporada seguinte onde também juntos a vitória da Supertaça. Em 1986/87 aconteceu a primeira grande conquista da sua carreira ao vencer a Taça dos Clubes Campeões Europeus depois da vitória sobre os alemães do Bayern de Munique. Na temporada seguinte continuou no caminho das vitórias, ao conquistar o título de Campeão Nacional, a Taça de Portugal, e mais importante, a Taça Intercontinental ganha no Japão frente ao Peñarol do Uruguai, ao que se juntou a vitória na Supertaça Europeia. Em 1988/89 não venceu qualquer título, mas voltou a sagrar-se Campeão na temporada seguinte e a vencer a Supertaça. Na época de 1990/91 esteve presente no estádio do Jamor onde ganhou mais uma Taça de Portugal, e venceu também mais uma Supertaça. Na temporada seguinte de novo foi Campeão Nacional, titulo que repetiu na época que se seguiu onde repetiu a vitória em mais uma Supertaça. Em 1993/94 venceu outra Taça de Portugal e de novo a Supertaça. Na época de 1994/95 sagrou-se Campeão Nacional, o que seria a sua última vitória como jogador já que no final dessa época colocou um ponto final na sua brilhante carreira de futebolista.
Continuou ligado ao Futebol Clube do Porto onde faz parte da equipa técnica.
 Clubes que representou:
Época
Equipa
1994/95 FC Porto
1993/94 FC Porto
1992/93 FC Porto
1991/92 FC Porto
1990/91 FC Porto
1989/90 FC Porto
1988/89 FC Porto
1987/88 FC Porto
1986/87 FC Porto
1985/86 FC Porto
1984/85 FC Porto
1983/84 Varzim
1982/83 Varzim
1981/82 Varzim
1980/81 Varzim
Palmarés
7 Campeonato de Portugal
3 Taça de Portugal
5 Supertaça de Portugal
1 Taça dos Clubes Campeões Europeus
1 Taça Intercontinental
1 Supertaça Europeia

Paulinho Santos

Paulinho Santos

Começou a jogar na sua terra natal, no Rio Ave, movendo-se para Porto em 1992, ajudando este a conquistar sete campeonatos e cinco taças de Portugal. No Porto, ele e mais quatro jogadores do Porto se tornaram os únicos jogadores na história do futebol Português a ganhar cinco títulos consecutivos da Liga (1994-1999). Quando o Porto ganhou a Taça UEFA de 2003, Paulinho Santos já não era titular na equipa, e retirar-se-ia no fim da época 2002/2003.
Considerado um jogador de abordagem agressiva durante a sua carreira, ele muitas vezes arruaçava com o benfiquista João Vieira Pinto, mas antes do último jogo de Paulinho Santos contra o Sporting, quando João Pinto foi então jogar ao Estádio das Antas, em Junho de 2003, como um gesto simbólico, porém, eles trocaram camisolas.

Paulinho Santos têm 30 internacionalizações pela Selecção de Portugal, tendo marcado dois golos (incluindo um golo perante um empate fora, 1-1 contra selecção austríaca, a 11 de Outubro de 1995). Participou no Euro-1996 em Inglaterra, aonde actuou como lateral esquerdo.

Títulos

Fica na memória a notável exibição que fez num jogo contra a Sampdória, adaptado como defesa esquerdo,  marcando de forma perfeita e implacável o  fantástico número 7,  extremo direito italiano da altura Attilio Lombardo.

Bobby Robson chegou a dizer que era Paulinho mais 10. Robson ainda tentou convencer o Barcelona a contrata lo, mas felizmente para nós o negócio não se concretizou.
Ficam também na memória os jogos frente ao Rosenborg na Noruega.... o único jogador em campo de manga curta era Paulinho Santos.
Quando o via dobrar e morder a lingua, já sabia vai varrer...fantástico.
Paulinho dentro do campo não tinha amigos. Bino seu amigo de longa data sentiu nos queixos isso quando jogava pelo Belenenses emprestado pelo Fc Porto.
Não gostava de ver no Paulinho esta demasiada agressividade....mas tenho saudades de jogadores com a sua fibra ;) colocava tudo e todos em sentido dentro do campo. Numa época que era necessário marcar penalties decisivos era ele que o fazia.
Disse a mãe dele que nem ao dominó ou damas no café lá das caxinas ele gostava de perder lol
Um episódio curioso

Um dia, perto do final da época num dos anos em que esteve no FC Porto, Robson explicou como treinava Paulinho Santos, que era, para quem não o conheceu, um jogador muito duro: "Tem que se estar sempre em cima dele para não cometer asneiras daquelas desnecessárias, aquelas faltas duríssimas. Quando as faz no treino - e fá-las - eu grito sempre: Stupid! Stupid, Paulinho". Paulinho Santos não corrigiu tudo com o técnico inglês, mas teve com ele alguns dos seus melhores momentos alinhando a defesa-esquerdo (ele que era normalmente médio-defensivo).

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

CUBILLAS


Teófilo Juan Cubillas Arizaga (Puente Piedra - Lima, 8 de março de 1949) é um ex-jogador de futebol peruano, considerado o melhor jogador de todos os tempos do futebol peruano[1] e um dos melhores da América do Sul.[2] Integra a lista dos 50 melhores jogadores do Século XX elaborada e publicada pela FIFA em 2004.[3]
Pela Selecção Peruana de Futebol conquistou a Copa América 1975 e participou nas Copas do Mundo de Mexico 70, Argentina 78 e Espanha 82.
Foi um médio ofensivo dotado de uma técnica extraordinária, potência, mudança de ritmo, habilidade para o remate e uma grande capacidade goleadora. Seus tiros livres de média e longa distância foram famosos pela precisão com que os executava.
É o máximo goleador da sua selecção e o 8º maior artilheiro na história das Copas do Mundo.

Primeira Divisão

Estreou-se aos 16 anos, jogando pelo Club Alianza Lima. Na sua segunda temporada converteu-se no máximo goleador do Campeonato Peruano de Futebol com 19 golos e aos 18 anos já era o melhor jogador do seu país. Em 1967 joga a sua primeira partida internacional, em que o Alianza Lima vence o Independiente da Argentina por 6-1, com Cubillas a apontar 2 golos. A sua fama de grande jogador estende-se por toda a América do Sul.
Em 1971 fez parte de um combinado de jogadores do Alianza Lima e do Municipal, que numa digressão derrotaram o Benfica de Eusébio e posteriormente em Lima golearam por 4-1 o Bayern de Munique de Beckenbauer, Maier e Müller, numa noite muito recordada no Peru pela ampla superioridade demonstrada sobre o campeão europeu e pelo concerto de "túneis", "tabelinhas" e fintas dado por Cubillas e Sotil (outro craque da época), que levou a que fossem baptizados como "a dupla de ouro".
Em 1972 foi eleito melhor jogador da América do Sul, prémio realçado pelo facto de nesse ano o segundo lugar ter sido atribuído nada menos que ao Rei Pelé.[4] Nesse mesmo ano foi também o artilheiro da Copa Libertadores.
Em 1973 integrou a selecção da América que enfrentou a da Europa de Cruyff, Eusébio e Beckenbauer. A partida terminou 4-4, tendo a selecção da América vencido por 7-6 nos penalties. Nessa noite, Cubillas jogou ao lado de outras figuras sul-americanas como Roberto Rivellino, Fernando Morena, Paulo Cézar Lima, Miguel Brindisi, Víctor Espárrago, Héctor Chumpitaz e outros.[5]
Em julho desse mesmo ano emigrou pela primeira vez, assinando pelo FC Basel, da Suíça, onde permaneceu apenas seis meses. Transferiu-se depois para o FC Porto, onde jogou 3 temporadas com a camisola 10, marcando 65 golos em 108 partidas oficiais e sagrando-se goleador, capitão e ídolo. Ainda hoje é considerado um dos melhores estrangeiros que já jogaram no clube e no futebol português.
Depois da sua passagem por Portugal, em 1977 decidiu voltar ao Peru para jogar novamente pelo Alianza Lima, junto de outras figuras como Cueto, Velasquez e Sotil, formando uma das melhores equipas na história do clube, que conseguiu o bicampeonato em 1977 e 1978.
Posteriormente, em 1979 transferiu-se para a North American Soccer League, onde na época jogavam alguns dos melhores futebolistas do mundo, para alinhar nos Fort Lauderdale Strikers ao lado de destacadas figuras como Gerd Müller, Figueroa, George Best e Bernd Hölzenbein. Cubillas jogou cinco temporadas no clube, sagrando-se o melhor jogador e máximo goleador da sua história.
A sua despedida oficial foi em 1986, com 36 anos de idade, depois de vinte anos jogando futebol, numa partida memorável onde participaram diversas estrelas de todo o mundo.
Em 1987, na sequência do trágico acidente aéreo em que morreram todos os jogadores do Alianza Lima, Cubillas voltou a jogar pelo seu clube nas 13 jornadas restantes, conseguindo o vice-campeonato.
Em 2008 a IFFHS reconhece-lhe 268 golos em 469 partidas oficiais em torneios de primeira divisão, designando-o como um dos centrocampistas mais goleadores da história do futebol, superando outros grandes do mundo como Zidane (95), Baggio (205), Platini (207), Rivaldo (229) e Maradona (259).
Cubillas foi considerado um dos melhores futebolistas do mundo nos anos 70 e foi um dos jogadores mais completos que se viu jogar. É também um dos 50 futebolistas mais votados como Melhor Jogador em todos os rankings históricos que se fizeram no final do Século XX.

A «foto do dia» - Paulo Futre

Como o homem está em todo o lado, está aqui uma dedicação e uma fotografia. Destacamos Paulo Futre, o nosso ex-nº 10 que teima em não deixar o palco mediático. Desta vez, recuperamos uma foto que regista um dos mais emocionantes momentos que Futre viveu no antigo Estádio das Antas: o golo (e posterior celebração!) que marcou ao Dinamo de Kiev, na 1ª mão das meias-finais da Taça dos Clubes Campeões Europeus 1986/87. Uma ‘arrancada à Futre’ que o levou (literalmente!) aos arames!

Música. Célia Leiria estreia-se na Bélgica no âmbito do Festival Laus Polyphoniae

Lisboa, 24 ago (Lusa) -- A fadista Célia Leiria estreia-se hoje nos palcos belgas apresentando-se com António Rocha, acompanhados pelo agrupamento especializado em música antiga, o Huelgas Ensemble, dirigido por Paul van Nevel.
O concerto intitulado "Lágrimas de Lisboa", realiza-se no Zuiderpershuis, em Antuérpia, no âmbito do Festival Laus Polyphoniae que começou no sábado passado, e retoma o título do disco que Paul van Nevel gravou com o Huelgas Ensemble, António Rocha e Beatriz da Conceição, "Tears of Lisbon", editado pela Sony Vivarte.
"Lágrimas de Lisboa" inclui a interpretação de um poema de António Rocha, "Espera sem fim", com música de um anónimo português do século XVI, além de vários fados.

Pinto da Costa, el mago de Oporto

El presidente del rival del Barça en la Supercopa de Europa domina el mercado de fichajes como nadie junto a su mano derecha, Antero Henrique



La afición del Oporto se ha acostumbrado a perder a sus ídolos de forma continúa. Cuando llega el verano, los seguidores de los `dragoes¿ nunca saben si, la temporada siguiente, volverán a disfrutar en Dragao de los mismos futbolistas que se fueron de vacaciones. La diferencia con otros es que lo asumen con naturalidad, conscientes de que las decisiones de la entidad siempre son las correctas.
El culpable de que la afición nunca se ponga nerviosa y acepte con deportividad cualquier cambio en el club portugués es Pinto da Costa, presidente del Oporto desde 1982, y, Antero Henrique, su brazo derecho que, desde 2005 ocupa el cargo de máximo responsable de la secretaría técnica. Pinto da Costa se fía al cien por cien de este hombre que lleva dos décadas en el club y que ha mamado fútbol toda su vida. El presidente le escucha y luego actúa como buen comerciante que es.
El último gran negocio realizado por los portugueses es la venta de Falcao y Micael al Atlético por 45 millones de euros. Es una operación más de las muchas de Da Costa. De hecho, desde que José Mourinho abandonó el club, a finales de la temporada 2003-2004, el Oporto ha ingresado más de 350 millones de euros por la venta de varios de sus futbolistas siendo el club europeo que más ha ganado en este aspecto. Falcao es la consagración del negocio, la confirmación de que las cosas en el norte de Portugal se están haciendo bien para tener la economía saneada. Los movimientos son continuos y todos los grandes de Europa, entre ellos el Barça, se han fijado en su plantilla. Chelsea, United, Liverpool o Olympique Lyonnais han acudido también con la caña a Dragoes en busca de refuerzos. A un precio muy elevado, pero refuerzos al fin y al cabo.
Con la marcha de Mourinho, el Oporto se destapó como una gran tienda. Deco fue campeón de la UEFA y de la Champions antes de fichar por el Barça, donde nadie le recordó su coste. Pepe llegó al Madrid previo pago de 30 millones con similar resultado. Henrique ejerce el papel de Monchi en el Sevilla. Es una figura clave. La diferencia es que Pinto da Costa es intervencionista al que nadie le discute sus conocimientos futbolísticos. Cuando llegó a la entidad, el Oporto sumaba 12 títulos. Desde 1982, ya alcanzan los 54 trofeos, entre los cuales están dos Copas de Europa, dos Intercontinentales, dos Copas de la UEFA y una Supercopa de Europa. El próximo viernes está en juego su segunda Copa de Europa, que para el Barça sería la cuarta.
El Oporto es el segundo equipo de Portugal en cuanto a afición, por detrás del Benfica, con el que la rivalidad es máxima. En ocasiones, a Pinto Da Costa se le critica sus métodos, pero los resultados ni deportivos ni económicos se discuten entre la afición del club.

Samuel Eto'o (400 mil contos por mês!!!!)

Samuel Eto’o: 60 milhões por 3 anos 
 
O avançado dos Camarões foi ontem confirmado no Anzhi (Rússia). Vai receber cerca de 20 milhões de euros por cada um dos três anos de contrato.